Quer comprar um fantasma?

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Amanda Muniz em Sab 06 Nov 2010, 13:03

Vi Franchesca sentada em um café, ela estava acompanhada de um rapaz, os dois conversavam distraídos. Franchesca bebericava café de uma delicada xícara.
Franchesca não parecia a mesma que eu conhecia, ela era corada e tinha brilho nos olhos.
- Está sentindo este cheiro?
Perguntou o rapaz que estava com ela. Ela cheirou o ar.
- Não estou sentindo nada diferente.
Ela respondeu colocando o cabelo atrás da orelha.
- Parece cheiro de gás.
Ele disse a ela.
Neste momento uma mulher de avental, que parecia trabalhar lá, saiu da cozinha do local correndo.
- Corram! Tem um vazamento!
Ela gritou.
Todos levantaram das mesas gritando e correndo. Franchesca estava com expressão de medo.
Se três pessoas conseguiram escapar, foram muitas. O barulho foi intenso, a explosão fez com que o fogo espalhasse rapidamente pelo local. As pessoas gritavam enquanto o fogo tomava conta do corpo delas.
Podia ouvir os gritos de Franchesca enquanto o fogo a consumia. Os vidros quebravam, as paredes eram de madeira, e como era de se esperar o local sucumbiu. Imaginei a dor de Franchesca enquanto agonizava entre chamas e destroços.
Não enxerguei mais ninguém, somente um círculo de fogo em volta de mim, eu estava ficando tonta, comecei a tossir, eu sentia meu corpo perdendo vida cada segundo em que ficava sem ar.
- Helena!!! Helena, eu estou chegando!
Gritava a voz de um homem, que no momento, não consegui reconhecer.

Acordei tossindo e transpirando.
- Helena, estava tendo um sonho ruim?
Perguntou Franchesca parada ao lado da cama.
- Sim, eu sonhei que estava morrendo... Também vi a sua... O modo como aconteceu contigo.
Falei recuperando o fôlego.
Franchesca me olhava séria.
- Ah meu Deus... Franchesca, eu não quero morrer. Não assim.
- Sinto muito Helena, eu não vou conseguir atrasar os outros fantasmas por muito mais tempo.
Ela respondeu.
- Filha?
Chamou minha mãe abrindo a porta.
- Bom dia mãe.
- Te ouvi gritar... Tá tudo bem?
- Sim, foi só um pesadelo.
Minha mãe sentou na beira da cama.
- A tia da Lu ligou, hoje é o velório.
Fiquei em silêncio por um momento.
- Vou me arrumar para ir.
- Quer que eu vá contigo?
- Não precisa... Posso ir sozinha. Só preciso de dinheiro pro táxi.
Minha mãe foi até o quarto dela e voltou.
- Aqui filha.
Ela disse deixando 20 reais no meu criado mudo.
- Se mudar de idéia e precisar de companhia me avisa.
Ela disse passando a mão em meus cabelos e saindo do quarto.

Franchesca apareceu de novo.
- Sua mãe é generosa!
Ela disse olhando para o dinheiro deixado ali.
- É... Para minha sorte.
- Dez reais não são o suficiente para ir e voltar?
Perguntou.
- Hm, acho que sim...
- Então acho que deveria dizer para sua mãe que só dez está bom.
Ela disse balançando o dedo e sentando na cama.
- Ah, não enche Franchesca.
Eu disse levantando. Quando cheguei no banheiro Franchesca já estava lá me esperando.
- É sempre mau humorada assim quando acorda?
Eu a olhei.
- Talvez o fato de estar tendo pesadelos e de estar esperando a morte contribua com isso. Não acha?
Ela revirou os olhos.
- Se tu diz.
Ela falou desaparecendo. Lavei o rosto e escovei os dentes. Escovei os cabelos e passei pó e blush.
Voltando ao quarto abri as portas do guarda roupas. Levei um susto quando vi Franchesca dento dele. As prateleiras atravessavam seu corpo.
- Mas o que diabos está fazendo aí dentro?!
- Só estou vendo suas roupas Helena... Acho que deveria usar esta aqui.
Ela disse apontando para uma blusa preta.
Peguei a blusa, tirei a parte de cima do pijama e a vesti.
- Feliz?
Perguntei.
- Sim, ficou ótima!
Ela respondeu sorrindo.

Peguei uma calça Jeans e botas. Depois de vestida abri a janela.
- Droga de clima...
Resmunguei pegando uma jaqueta no cabide e a vesti. Peguei a bolsa, o dinheiro e fui até a sala.
- Mãe, to saindo.
Ela estava assistindo TV.
- Não quer que eu vá?
- Não mãe... Só quero que ligue para o Tele-Táxi pra mim.
- Pode deixar filha.
Ela disse levantando do sofá.
- To descendo. Até mais.
Falei dando um abraço nela.
- Tá levando o celular?
Ela perguntou.
- Sim, qualquer coisa liga. Té mais.
Saí e desci as escadas. Esperei do lado de fora do prédio e logo parou um taxi ali.
- Foi daqui que chamaram?
- Sim. Um minutinho por favor.
Toquei o interfone de meu apartamento, minha mãe atendeu.
- Esqueci de perguntar mãe, onde é o velório?
- Capelas São José.
- Brigada, tchau mãe.
Abri a porta traseira e entrei.
- Oi, me leva nas Capelas São José por favor.
- Ih, quem faleceu?
Perguntou o taxista indiscreto.
- Uma amiga.
- Meus pêsames moça.
- Obrigada.
- O que interessa a ele quem faleceu?
Falou Franchesca aparecendo no meu lado.

Dei de ombros. Para minha sorte o taxista não era um tagarela.
Só demoramos 5 minutos para chegar lá, a cidade estava vazia, assim como em todos os domingos.
- Tá entregue moça.
Disse o homem gordo e barbudo.
- Quanto deu a corrida?
- Quatro reais.
Entreguei o dinheiro a ele e logo recebi o troco.
- Obrigada.
Disse saindo do carro. Será que se tivesse pego um taxista assim teria conseguido salvar Luiza ontem?
Pensei.
- Não.
Disse Franchesca respondendo meus pensamentos.
Entrei na capela, andei por um corredor olhando para dentro de cada sala para ver se conhecia alguém. Parei em frente de uma delas quando vi a mãe de Luiza lá.
- É aqui...
Sussurrei para Franchesca, me sentindo uma demente quando vi que ela não estava comigo.
Entrei na sala, as primas e tias de Luiza, junto com a mãe dela, que parecia estar sedada. Ela estava perto do caixão que, por sinal estava fechado.
- Sentei um pouco longe dos outros.

O lugar estava cheio de flores e havia uma mesa com fotos de Luiza.
Senti um frio na espinha e olhei para trás pensando que fosse Franchesca.
Me assustei ao ver que lá estava Luiza, seu rosto ainda estava coberto de sangue, eu não conseguia ver um de seus olhos, ela estava sem cor... Estava assustadora.
Quando ela olhou para o lado percebi que havia um buraco em sua cabeça.
- Ah meu Deus...
Sussurrei ficando com medo.
- Helena, o que está acontecendo? Por que eu não consigo voltar pra casa?
Ela perguntou confusa.
Saí da sala correndo.
- Helena!
Ouvi ela chamar meu nome.
Continuei correndo em direção á porta na parte de trás das capelas. Olhei para trás com medo que Luiza estivesse vindo e bati em cheio em alguém.
- Ah, desculpa...
Eu disse, ao olhar para a frente vi que era Pedro. Eu não conseguia esconder o medo que estava sentindo.
- Helena! Calma.
Ele disse me segurando pelos braços.
- A Luiza, eu vi ela agora...
- Eu sei.
Ele disse, me surpreendendo.

- Sabe? Como tu sabe?
Ele olhou sobre minha cabeça.
- Eu.. Vi ela também.
Como assim? Ele via fantasmas agora?
- Não estou entendendo...
- Helena, podemos conversar em outro lugar?
Ele perguntou. Demorei um pouco mas assenti. Não poderia deixar passar a oportunidade de conversar com alguém que não me acharia louca.
- Tudo bem...
Eu disse. Caminhamos até a saída da capela.
- Helena, me fala a verdade. O que vocês foram fazer na estação férrea?
- Tudo bem... Recebemos um e-mail, que falava sobre um mascote. A gente foi até lá, e recebemos atestados de óbito.
- Os mascotes são fantasmas, certo?
- Sim... Mas como tu sabe disso?
Pedro suspirou.
- Eu já tive um. Fazem 5 anos, eu tinha a sua idade. Mas eu não morava aqui, morava em Rio Grande.
Ele parou de falar.
- Continue...
Falei fingindo não ter ficado surpresa.
- Escolhi um cara que foi estrangulado, sei lá, eu era besta na época, achei legal.
Toquei em meu pescoço ouvindo ele falar.
- Ele não era ruim, mas tinham outros com ele. Um dia quando eu estava sozinho em casa comecei a enlouquecer, eles fizeram parecer que eu estava no inferno...
- Espere!
Eu disse.
- O que é?
- Como tu sobreviveu?

- Na verdade... Meu coração chegou parar de bater. Não sei como nem por que, quando vi já estava em meu quarto pendurado com uma corda envolvendo meu pescoço. Meu pai conseguiu arrombar a porta, ele chegou em casa e disse ter me ouvido pedir por ajuda.
Eu o ouvia falar com atenção. Vendo ele falar eu vi que ainda não havia percebido como ele era bonito.
- Quando ele entrou eu já estava perdendo a consciência. Depois disso eu parecia estar sentindo que iria sair de meu corpo. Não lembro de mais nada, só de ter acordado no hospital.
- Então... É isso! Tecnicamente tu morreu. Isso pode funcionar para mim!
- Como morreu sua mascote?
Mordi os lábios antes de falar.
- Queimada.
Pude reparar que Pedro tentou esconder um certo medo.
- Isso é um pouco mais difícil...
Ele disse coçando a cabeça.
- Droga... Eu tô perdida!
Ele ficou um pouco em silêncio.
- Não... Não está. É difícil, mas não impossível.
Eu o encarei.
- Esqueceu que está falando com um policial?
Ele perguntou abrindo um sorriso.

- Já tem algum plano feito?
Perguntei. Ele pensou um pouco.
- Ainda não... Mas prometo ter um até o fim do dia.
Eu sorri.
- Mas... Por que está me ajudando?
Ele olhou para baixo depois olhou para mim.
- Eu acho que preciso fazer isso... Será bom.
- É... Será bom mesmo se eu não morrer.
Falei.
- Sim, será ótimo que continue viva.
Ele disse me encarando. Devo ter ficado vermelha.
Ele limpou a garganta.
- Ham... Mas, onde está sua mascote?
Havia me esquecido de Franchesca. Olhei em volta e não a vi.
- Deve estar por aí... Ela resolve sumir as vezes.
Ele sorriu.
- Bom... Faz quanto tempo que entrou para a polícia?
- Entrei com 18 anos.
Ele respondeu.
- Agora tem 22.
Falei por falar.
- É, parece que é boa em cálculos.
- Não precisa ser bom em cálculos para somar 17 mais 5.
Respondi. Ele sorriu.
- Helena!
Dei um pulinho quando Franchesca apareceu na minha frente. Pedro me olhou.
- Sua mascote esta aqui?
- Mascote é uma óva!
Franchesca desse encarando ele e cruzando os braços.
- É... Na verdade ela não gosta muito de ser chamada assim.

Ele sorriu e olhou para os lados.
- Porque eu não consigo ver ela?
Eu não sabia responder sua pergunta.
- Deve ser porque uma pessoa não consegue enxergar um espírito que já tenha dono, gênio.
Respondeu Franchesca ainda o olhando.
- Ham... Acho que não dá para ver um fantasma que já tenha dono.
Respondi.
- Hm, bem pensado.
Ele disse.
- Cara...
Eu disse com a cabeça baixa.
- O que foi?
Perguntaram Franchesca e Pedro ao mesmo tempo.
- Eu fui péssima... Quando eu vi o fantasma de Luiza eu fugi dela. E ela precisava de ajuda... Isso não é algo que uma amiga faria.
Respondi. Pedro colocou a mão em meu ombro.
- Não Helena... Não pense assim, eu também vi ela, ela está péssima.
Depois de falar isso ele pensou um pouco.
- Espero que ela não tenha ouvido isso.
Eu sorri.
- Não quero mais ficar aqui...
Falei.
- Já vai embora?
- Sim...
Respondi.
- Eu posso te levar para casa... Se tu quiser é claro.
- Hm... Vou aceitar.

Caminhamos até o carro dele que era um peugeot 304 quatro portas, preto.
- Não está com a viatura hoje?
Perguntei.
- Não... Não estou trabalhando hoje.
Por isso ele não estava fardado, e admito que ele ficava lindo de calça jeans e camisa.
Ele abriu a porta do carona para mim, deu a volta e entrou no carro.
- Tu é muito cavalheiro.
Eu disse me arrependendo no mesmo segundo. Ele riu.
- Nem todos os policiais agem como trogloditas.
Ele respondeu colocando o cinto, coloquei o cinto também.
- Sabe... Tu não parece ter 17 anos.
- Me chamou de velha?
Ele deu uma risada.
- Não... Claro que não. Mas... Tu já tem aparência de mulher - ele disse dando uma olhada para meu corpo -, e mesmo tendo conversado pouco contigo tu me parece bastante madura.
Ele disse. Tenho certeza de que fiquei vermelha.
- Obrigada... O problema será quando eu tiver 30 anos, vão falar que tenho 40.
Falei com humor.
- Não... Pode ter certeza que quando tiver 30 vai ter cara de 22.
Ele respondeu sorrindo, e que sorriso...
Ele estacionou em frente meu prédio.
- É aqui não é?
- Sim... Obrigada pela conversa.
Eu disse.
- Eu que agradeço.
Ele desceu para abrir a porta para mim. Eu desci do carro.
- Obrigada de novo. Qualquer coisa que precisar...
Eu disse sem saber em que uma garota de 17 anos poderia ajudar um policial. Quando fui apertar sua mão ele me deu um beijinho no rosto. Dei um sorrisinho sem graça e abri o portão do prédio.
- Ah, Helena!
Ele chamou antes que eu entrasse.
- Sim?
- Vou pensar em algo e te ligo.
Ele disse, depois entrou no carro e partiu.

Subi as escadas correndo, como sempre. Entrei em meu apartamento e fui até meu quarto largar minha bolsa e minha jaqueta. Franchesca estava sentada na minha cama me olhando com um sorrisinho.

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Master_Mackenzie em Sab 06 Nov 2010, 13:03

mt boa '-'
tô amando
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por vinicius em Sab 06 Nov 2010, 13:16

muito boa
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por vinicius em Sab 06 Nov 2010, 13:19

to adorando d+
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Tenebrae em Sab 06 Nov 2010, 14:57

ta ficando boa demais *--* esperando a continuação

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Maryan_15_ em Sab 06 Nov 2010, 16:56

ponha continuacao tou adorando Very Happy

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por vinicius em Sab 06 Nov 2010, 16:59

to adorando quero continuaçao
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Master_Mackenzie em Sab 06 Nov 2010, 17:18

tô amando s2 continuaa amor ^.^' Sterhaha

^^

[rand]carambaa,tá boa msm ☺[/rand]


Última edição por Master30 em Sab 06 Nov 2010, 17:53, editado 2 vez(es) (Razão : Motivo razoável)
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Julia Monthovanni em Sab 06 Nov 2010, 17:25

Continua,muito boa a sua historia,ñ demore a postar!!
muito boa mesmo!

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Master_Mackenzie em Sab 06 Nov 2010, 17:49

♥♥♥♥♥☺☻♥♦♣♠•◘○♂♀♪♫☼►◄↕‼†Ø؆þ¤þ§½d-××××××
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por JAN em Sab 06 Nov 2010, 18:14

Pow manera a historia bem interessante.
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Amanda Muniz em Dom 07 Nov 2010, 14:31

- O que foi?
- Me responda tu.
Disse ela.
- Responder o que?
- Por que está parecendo um pimentão e com cara de emocionada?
Fiquei uns segundos sem responder.
- Eu não estou com cara de emocionada.
- Está sim... O policial lhe fisgou né?
- Deixa de ser boba.
Eu disse indo para a sala ligar o computador.
- Ah, por favor... Qualquer bobo perceberia que tu ficou caidinha.
Ela disse aparecendo sentada no sofá com as pernas cruzadas em cima da mesa de centro.
Revirei os olhos.
- Podemos mudar de assunto?
- Claro... sobre o que quer falar?
Perguntou Franchesca sorrindo.
- Ham... Não sei.
- Tudo bem... Então vamos falar sobre o policial.
O computador havia ligado, sentei na cadeira e virei para Franchesca.
- Não vamos não!
Eu falei, percebendo que ela não estava mais no sofá.
- Por que não?!
Seu rosto apareceu na tela do computador. Eu dei um gritinho.
- Ah, tu tá sempre me assustando!

- Desculpa, desculpa...
Ela disse sumindo da tela.
- Prometo não falar mais nisso.
Ela falou, agora atrás de mim. Não respondi, acho que depois de alguns minutos ela sumiu.
Abri meus e-mails e havia um e-mail de Tiago, o menino que conheci na noite em que fomos na estação férrea.
Abri para ver o que era.
" Helena, sou o Tiago que tu conheceu nos trilhos. Lembra de mim?
Eu sei que vai parecer loucura, mas... Está vendo algo estranho, ou ouvindo coisas?
Eu comecei a ver vultos, não paro de ouvir alguém chamar meu nome. Sei que é ridículo eu falar isso... Mas estou com medo. Aguardo respostas... Meu amigo não atendeu mais o telefone, eu fui na casa dele e ninguém estava lá. Liga pro meu celular se puder : 82362542 ;] "

Anotei o número dele e logo disquei no telefone. Chamou várias vezes e ninguém atendeu, fiquei preocupada. Mas deixei para ligar depois de uns minutos.
A porta da sala foi aberta. Era minha mãe.
- Oi mãe.
- Oi filha... Como estava lá? A mãe da Lu tá muito mal?
- Ham... Na verdade só fiquei um pouquinho lá. Sabe como é... Não gosto de velórios.
Respondi.
- Tem problema se a mãe for jantar fora?
- Não, pode ir...
Afinal, terei companhia. Pensei.
- Então a mãe vai deixar dinheiro pra ti encomendar um lanche depois, pode ser?
- Sim mãe, sem problemas.
Minha mãe foi para o quarto dela. Disquei de novo o número de Tiago, chamou várias vezes, eu estava quase desistindo quando ele atendeu.

- Alô?
A voz não parecia mais a voz daquele cara alegre que conheci.
- Oi... Tiago, aqui é Helena. Tudo bem?
- Não muito.
Ele respondeu.
- A menina que estava comigo aquele dia morreu Tiago. Acho melhor tu continuar tentando falar com seu amigo.
- O que? Como ela morreu?
- Ela... Se matou.
Ele ficou um minuto em silêncio.
- Estou com medo que tenha acontecido alguma coisa com meu amigo, os pais dele estão viajando e ele está sozinho em casa. Fazem quase dois dias que ele não atende o telefone e nem dá sinal de vida. Escuta... Tu tem visto alguma coisa estranha nesses últimos dias?
- Sim... Na verdade, a mascote - falei a palavra com a voz baixa para que Franchesca não escutasse - que eu escolhi está aparecendo para mim.
- Eu estou com medo Helena, tenho tido muitos pesadelos, sempre sonho que estou caindo, vejo vultos e ouço sons estranhos.
Ele disse.
- Ham... Como morreu o mascote que tu escolheu?
- Ele caiu de um prédio.
Fiquei em silêncio.
- Helena, está aí ainda?
- Sim...
Pensei em falar para ele que talvez não iria ter nem mais uma semana de vida. Mas não sabia se poderia.
- Tiago... Preciso desligar, tu tem meu número agora, me liga se precisar, e procura falar com o seu amigo.
- Tudo bem Helena, pode ligar também, se precisar.
Desliguei o telefone.

- Tiago vai se jogar de algum prédio ou algo assim, não vai?
Perguntei para o nada, como eu já esperava Franchesca apareceu.
- Vai...
- Eu deveria ter avisado ele.
Falei, me sentindo egoísta.
- Não fique assim Helena, se o fantasma que ele escolheu não falar isso ninguém mais irá falar...
- Ou seja... É preciso ter MUITA sorte para sobreviver, não é?
- É... O caso do Pedro foi um raro. Além de ter sobrevivido ele não ficou louco...
Disse Franchesca.
Senti um frio na barriga.
- Estou com medo Franchesca. Não quero morrer... Nem passar o resto da vida em um hospício.
Franchesca parou na minha frente e pôs as mãos na cintura.
- Pois então mocinha... Não deveria ter brincado com o que não conhecia.
Minha mãe abriu a porta do quarto e veio até mim, passando pelo corpo de Franchesca.
- Filha, a mãe tá saindo, estou levando o celular e ele está ligado...
Ela parou de falar e me observou.
- Não está deprimida nem nada do gênero não é?
Revirei os olhos. Aquela pergunta queria dizer 'Não está com vontade de se matar não é?'.
- Não mãe, pode ir tranqüila.
- Ta bom.
Ela ficou na ponta dos pés para beijar minha testa.
- Estou deixando dinheiro aqui em cima da mesa, se cuida filha!
- Tá mãe, tchau.
Ela abriu a porta e saiu.
- A vida social da sua mãe é mais agitada que a sua.
Disse Franchesca sentada no sofá.
- Ela tem um namorado, eu não... E pelo jeito irei morrer sem nunca ter tido um. Ah droga! Por que nunca exigi algo sério dos meninos com quem fiquei? Burra, burra...
Franchesca olhou em direção do telefone. Dois segundos depois ele tocou.

Corri para atender.
- Alô?
- Helena, é o Pedro. Pensei em algo.
- Ah, sério?! Em que pensou?
- Tá muito ocupada agora? A gente poderia ir em algum lugar para conversar. O que acha?
- Hm, não, estou livre.
- Passo aí em 10 minutos, pode ser?
- Sim... Te espero.
- Ok, até mais.
Ele disse desligando o telefone. Eu sorri.
- Quem era?
Perguntou Franchesca.
- Era o Pedro.
- Hm... Por isso tu ficou vermelhinha de novo.
Eu a olhei brava.
- Eu não fiquei vermelha.
Ela deu de ombros.
- Vão sair?
- Sim, ele está vindo me buscar.
Ela riu.
- Ele te convidou para sair como um pretexto para passar mais tempo contigo.
- Ah, tu não sabe de nada.
Respondi fazendo pouco caso.
- Minha querida, enquanto tu está indo. Eu já fui e voltei umas cinco vezes.
Ela disse com expressão presunçosa.

Corri até o banheiro para escovar os dentes. Depois passei gloss e rímel.
- Ah meu Deus, ele vai chegar logo...
Falei correndo até o quarto.
- Vou trocar de blusa.
- Ponha uma vermelha, uma vermelha!
Disse Franchesca.
- Ta bom, já ouvi.
Respondi pegando uma blusa vermelha e trocando.
- Homens preferem mulheres de salto.
Franchesca opinou. Peguei minhas botas de salto e tirei as sem salto. Peguei outro casaco, vesti um de malha que ia até metade de minhas cochas.
- Pronto, está bem bonita assim. Vai logo, ele está chegando.
Peguei minha bolsa e o dinheiro de cima da mesa. Liguei para minha mãe.
- Fala Helena.
- Mãe, vou sair com um amigo.. Tudo bem?
- Tá... Modos, minha filha.
Eu ri.
- Ta mãe, até mais.
Desliguei o telefone e ouvi uma buzina. Desci as escadas rapidamente e saí do prédio. Pedro estava de pé encostado no carro, ele sorriu. Ele também havia trocado de roupa, estava com uma camisa azul e um blazer preto despojado.
- Pronta pra ir?
- Sim.
Eu disse sorrindo. Ele abriu a porta do carona para mim. Por que será que meninos de 17 anos nunca faziam isso em encontros? Tudo bem, tudo bem... Aquilo não era um encontro. Pensei.
- Então, onde quer ir?
Ele perguntou.

- Hm, não sei.
Ele sorriu.
- Tudo bem eu escolher?
- Claro... Sem problemas.
Já dirigindo ele pensou um pouco.
- Que tal um restaurante de frutos do mar? Tu gosta?
- Frutos do mar? Oh Deus, ele está te levando para um encontro.
Disse Franchesca. A vi pelo espelho sentada no bando de trás.
- Gosto, claro.
- Ótimo.
Ele disse sorrindo. Ele estava tão cheiroso, sempre adorei homens perfumados. Tirei aqueles pensamentos de minha cabeça. Como eu poderia estar pensando nisso em um momento daqueles?
- Sua fantasma está conosco?
Ele perguntou olhando rapidamente para trás.
- Hm, não.
Menti... O que ele acharia se soubesse que teria uma fantasma junto com a gente?
- Ela não está sempre grudada em ti?
- Não.
- O meu fantasma vivia grudado em mim, as vezes eu podia não enxergá-lo, mas ele estava lá.
- Isso é péssimo.
Falei olhando pelo espelho retrovisor e arqueando uma sobrancelha. Franchesca revirou os olhos.
- Ta bom, ta bom.
Ela disse desaparecendo.
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Master_Mackenzie em Dom 07 Nov 2010, 14:49

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Malú . em Dom 07 Nov 2010, 14:59

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Master_Mackenzie em Dom 07 Nov 2010, 15:25

é msm ♫
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por vinicius em Dom 07 Nov 2010, 15:38

continua
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Maryan_15_ em Dom 07 Nov 2010, 16:54

quero continuaçao continue

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Master_Mackenzie em Dom 07 Nov 2010, 17:02

Deixei Luiza terminando de colocar o pijama e fui escovar os dentes. Como sempre usei a pasta de clareamento e depois uma normal. Desembaracei os cabelos, tirei a maquiagem e quando voltei para o quarto Luiza já estava dormindo.
A TV tinha voltado a ficar ruim.
- Droga...
Resmunguei. Fui até a TV e dei uns tapas nela. Sei que parece coisa de caipira, mas não tinha mais o que fazer. Deitei ao lado de Luiza, já que minha cama era de casal e fiquei por mais uns 45 minutos assistindo. A TV começou a falhar de novo. começou a fazer uns chiados estranhos, um deles pareceu com um grito, quando uma mão pareceu ter batido na tela de dentro para fora. Dei um gritinho e Luiza acordou.
- O que foi Nena?
- A TV...
Ela olhou.
- A TV tá normal Nena.
Quando olhei para a tela a imagem estava boa de novo. Desliguei a TV e puxei as cobertas até a cabeça.

Droga... Tive que admitir que estava morrendo de medo. Tremi como vara verde até dormir.
Acordei, apesar de não ter sol percebi que era dia. Bocejei.
- Que horas são?
Perguntei sem vontade de me mexer.
- Dez e meia da manhã dorminhoca.
Aquela não parecia a voz de Luiza, ela deveria estar com mais voz de zumbi do que eu. Virei para o lado e não tinha ninguém ao meu lado. Olhei em volta, não tinha ninguém no meu quarto.
Levantei da cama, as coisas de Luiza não estavam lá.
- Mãe! Cadê a Lu?
Perguntei correndo para a cozinha.
- Bom dia filha. A Lu já foi, a mãe dela veio buscar ela.
- Era tu que tava no meu quarto?
- Quando?
Olhei para o relógio da cozinha e eram 10:32h.
- Bom, agora, tipo... Dois minutos atrás?
- Hm, não, faz meia hora que fui no teu quarto e tu tava dormindo como uma pedra.
Respondeu minha mãe.
- Tem alguém em casa além de nós?
- Não filha, só nós duas. Teu irmão viajou, lembra?
- Ah sim... Quer ajuda em alguma coisa?
- Não antes de tu lavar o rosto e escovar os dentes.
Ela disse. Eu dei um sorriso forçado. Fui até o banheiro escovei os dentes e lavei o rosto rapidamente. Fui até meu quarto correndo só para pegar um casaco e saí.
O vesti por cima do pijama mesmo.

Minha mãe me olhou.
- Não vai colocar uma roupa?
- Ah, é sábado... Dia de ficar de pijama.
Fiquei na cozinha enrolando até minha mãe ir no meu quarto.
- Filha, vou guardar umas roupas limpas no teu quarto.
- Ok.
Eu fui logo atrás dela.
- Por que tá grudada em mim que nem sombra?
- Eu? Não estou grudada em ti, só vim pegar minha toalha de banho e umas roupas.
- Não ia ficar de pijama?
- Ia... Mas vai que me de vontade de sair né?
Ela deu de ombros e abriu a porta do meu guarda roupa.
Antes que ela saísse de meu quarto corri para o chuveiro. Lavei os cabelos com meu shampoo preferido de ervas doces, o chuveiro estava com água bem quente, então, quando saí do box o banheiro parecia uma sauna.
Enrolei uma toalha no cabelo e outra no corpo.
Olhei para o espelho e estava embaçado, me virei para pegar uma toalhinha para limpar o espelho e quando olhei de novo me assustei.
Havia a marca de uma mão que atravessava o espelho de lado a lado formando um arco.
- Ah meu Deus.. Ah meu deus, ah meu deus, ah meu deus. Isso não pode estar acontecendo.
Limpei o espelho rapidamente, abri a porta do banheiro e terminei de me secar com a porta aberta. Vesti meu abrigo com pelúcia por dentro minhas meias e calcei minhas pantufas. Corri para a cozinha de novo.
Minha mãe me olhou e pareceu surpresa.
- Nossa Nena, o que tu tem? Parece que viu um fantasma!
- Parece?
Resmunguei sentando.
- O que?
Ela perguntou.
- Nada.

Fui para a sala e liguei a TV, deitei no sofá e fiquei passando os canais.
A imagem começou a ficar ruim de novo.
- Ai não...
Me aproximei da tela e quando estava chegando bem perto...
HELENA!
Tive certeza de ter ouvido meu nome entre os chiados. Fui para trás e tropecei na mesa de centro, caindo sentada.
- Olá Helena!
Olhei para o sofá e havia uma mulher sentada nele, com as pernas cruzadas e as mãos cruzadas sobre o joelho. Usava uma saia preta que ia até as canelas, sapatos de salto, e um casaco acinturado cor creme.
Seus traços finos e seu cabelo chanel liso não me enganavam. Era Franchesca.
- Manheee!!!
Corri em direção á cozinha. Minha mãe apareceu na porta.
- O que aconteceu?
Olhei para trás e não vi ninguém em nenhum dos sofás.
- N-nada...
- Quer água? Parece que vai ter um ataque cardíaco.
Eu tentei dar uma risada, mas saiu algo mais parecido com algum grunhido.
- Não...
- Bom, o almoço tá pronto. Vem te servir.
Dei graças a Deus por isso, não precisaria ficar sozinha em nenhum cômodo do apartamento.
Talvez eu estivesse só delirando, podia ser só coisa da minha cabeça e...
Tive a nítida impressão de ver Franchesca atravessar o corredor em direção de meu quarto.
É... Não era coisa da minha cabeça.

Depois de almoçar lavei meu prato e o da minha mãe, o que ela achou estranho, era raro eu fazer isso, enrolei o máximo que pude, mas eu não poderia ficar colada na minha mãe pelo resto do dia.
- Nena, vai arrumar teu quarto pra não deixar pra depois.
- Mãe, eu posso deixar pra depois...
- Não, o teu depois sempre acaba virando nunca.
Já na porta do quarto parei por alguns segundos, coloquei a cabeça para dentro para ver se não tinha ninguém.
O quarto estava sem ninguém. Suspirei e entrei.
Comecei tirando as cobertas da cama e as colocando no chão para arrumar os lençóis, depois, como de costume coloquei coberta por coberta. E eram sempre no mínimo três caso contrário eu morreria de frio.
Com a cama já estendida suspirei de alívio por não ter visto nem ouvido nada de mais.
- Ah, tudo bem Helena, era tudo da sua cabeça.
Eu disse para mim mesma. Senti um arrepio na espinha.
- Não era, não!
Olhei para trás e ela estava ali, parada, sua expressão agora estava menos amigável do que quando a encontrei na sala.


Amanda Muniz


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não terminei de ler essa parte xD
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Camilabt em Dom 07 Nov 2010, 18:00

divulgando a minha história!
" Vejo realmente coisas sobrenaturais ou estou ficando louca? "

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Karla Francesca em Dom 07 Nov 2010, 20:22

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa e agora?
terminei agora de ler e foi que peguei do comerço hoje mesmo, faz mas de tres horas que eu esatva a ler ou +, e nao vou negar que me surpreendi é muito boa essa história XD, e nao queria que terminar-se agora.
Por favor XD me envia um pm ou algo assim quando resolver continuar, que eu entro sempre dia de semana a noite. obriagda e parabéns.
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Karla Francesca em Seg 08 Nov 2010, 18:53

Ai XD, quando vais por a continuação???
Eu já ia ler agora e nao tem ainda?
Ahí Dios mio, ojala.
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Karla Francesca em Ter 09 Nov 2010, 18:15

Mas eu não acredito, que a menina parou e nao continuou ainda?
Sera que ela não vai mas fazer a continuação?
Preciso da continuação XD.
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Julia Monthovanni em Qua 10 Nov 2010, 19:41

Será que essa historia é real?, e ela é menina da historia?
seraaaaaaaaaaaaaaaaaa?

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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Karla Francesca em Qua 10 Nov 2010, 20:09

Nem sei, mas nos deixou na mão XD, e ainda mas ontem quando fui olha ro perfil dela, mostrou que ela esteve online, e nao escreveunada, e agora estou com preguiça de olhar se ela já teve online hoje, Olha XD, e depois marcamos pra mandar um pm pra ela ainda hoje. vamos tentar?
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Re: Quer comprar um fantasma?

Mensagem por Karla Francesca em Qua 10 Nov 2010, 20:15

guilherme le ro pm que vou te escrever ja ja
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Re: Quer comprar um fantasma?

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