Não é meu olho.

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Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Sab 15 Out 2011, 13:09

Estória feita por mim. Baseada em um filme rabbit

Débora era uma jovem muita linda. Tinha dezenove anos e estava em seu primeiro ano na faculdade de medicina.
Seu namorado, Luiz, era perdidamente apaixonado pelo brilho dos olhos de Débora.

- Acho tão belo esses olhos azuis. - Disse Luiz.

- Obrigada amor, eu te amo muito. - Disse Débora.
- Eu também, espero que nunca perca esse brilho.

Débora deu um sorriso e saiu. Ela estava andando na rua, naquele frio, nevando, sozinha, de noite: Somente pensando na vida.
De repente, ela encontra um papel no meio da neve. Puxou o papel, e começou a ler:
- 'Você ainda perderá o brilho de seus olhos'. - a letra estava escrita com sangue.

Débora sentiu um ar frio em suas costas, como algo a tocando. Ela ficou com medo e saiu.

Chegando em casa, já foi tomar um banho com a água bem quente. Ficou pensando naquele bilhete.
Ouviu alguém entrando na porta, era Luiz.
Débora se vestiu rapidamente com roupas quentes e foi falar da preocupação com Luiz.

- Luiz, hoje eu encontrei um bilhete no meio da rua.
- Hum, e o que ele dizia? Era bilhete da mega-sena? Tinha os números sorteados? Ficamos ricos?
- Nada a ver Luiz!
- Desculpe...
- O bilhete dizia algo como eu perder o brilho dos meus olhos, e estava escrito com sangue...
- Deve ser apenas uma brincadeira amor, relaxe.

Débora ainda sentia o calafrio. Sentia-se vigiada.

De noite, na hora de dormir, Débora se cobriu de cabeça aos pés por que sentia alguém a olhando na janela.
Dormiu o mais rápido possível. Já era de madrugada, quando acordou ouvindo sussurros.
- 'Você terá um novo olho, rapidamente, um novo olho'

Continuo?
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Giacomo Amato em Sab 15 Out 2011, 13:10

Muito bom maninha
continua sim

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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Monster em Sab 15 Out 2011, 13:17

mto massa continua logo!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Jessy em Sab 15 Out 2011, 13:30

Continuuaa logo ;b

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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Sab 15 Out 2011, 13:37

Débora não aguentava mais os sussurros. Acordou Luiz.

- O que foi amor? Por que me acordou?
- Luiz, você está ouvindo alguns sussurros?
- Não! Volta a dormir!

Débora ficou triste e voltou a dormir.
Já era de manhã quando Luiz não estava mais na cama.
Débora foi fazer o café. Sentou-se na mesa, pegou o jornal e tomou o café.
De repente, a porta se abriu rapidamente: Era Luiz.

- Amor, que tal irmos visitar meus pais?
- Mais Luiz, não é tão longe a casa deles?
- Sim, é uma viagem, mais podemos passar o natal lá!
- Por mim tudo bem, desde que a sua mãe não fique me atazanando!

Débora e Luiz foram arrumar suas malas.

- Luiz, não estamos esquecendo de nada não é?
- Acho que não...
- Tudo bem, seguiremos viagem!

Os dois entraram no carro. Na metade da viagem, Luiz estava cansado de dirigir. Ambos com fome, pararam em um restaurante meio 'deserto' no meio da estrada. Os dois descem do carro para comer.

- Esse restaurante me parece meio suspeito!
- Débora, tudo que é deserto para você é suspeito.
- A Luiz, e se esse restaurante for de assassinos?
- Vou é te assassinar se não deixar eu comer né?
- Luiz!
- HUM1

Os dois entraram. O restaurante era meio antigo, e tinha um visual caubói. A comida estava servida em uma montoeira de panelas, e ninguém estava lá, somente os funcionários do restaurante e uma velha assustadoramente feia comendo uma feijoada.

- Trouxe dinheiro?
- Sim Débora, vai arrumando uma mesa que eu vou falar com a atendente.
- Ok!

Débora viu uma mesa bem limpa, e parecia que as cadeiras estavam sujas. Ela notou que na mesa da velha havia mais cadeiras limpas, então, educadamente foi até a mesa da velha e pediu:

- Olá senhora, posso pegar uma cadeira aqui?
- Tenho dó de você.
- Por quê?
- Do seu olho.
- Por quê?
- POR QUÊ ESSES LINDOS OLHOS SERÃO SUBSTITUÍDOS POR UM OLHO DE DEMÔNIO! - A velha disse com a voz mais roca e macabra que conseguiu.

Débora começou a chorar, pegou a mão de Luiz e puxou até o carro.

- O que foi Débora? Meu amor, por que está chorando?
- Aquela velha...
- O que tem ela?
- Eu pedi educadamente uma cadeira, e ela olhou para mim com os olhos tensos e disse que tinha dó, e depois, que meus olhos seriam substituídos por um de...
- De?

Débora caiu no choro.

- Aliás amor, que velha?
- Luiz, uma velha macabra que estava lá, você não a viu?
- Não Shocked
- Você me acha louca?
- Não, mais acho que você precisa de alguma ajuda, isso talvez possa ser fruto da sua imaginação!

Luiz abraçou Débora e eles entraram no carro.

- Minha barriga ronca muito, e eu estou cansado.
- Eu estou começando a tentar tirar minha carteira de motorista, aliás, começando não, estou quase conseguindo. Posso?
- Cuidado Débora, pelo amor, cuidado.

Na outra metade do caminho, Luiz dormiu. Débora seguia em frente perfeitamente, quando o sinal fechou. Ela estava esperando, quando o sinal abriu. Foi seguir em frente quando de lado, um carro em uma alta velocidade bateu no carro de Luiz. O carro capotou, caiu de um barranco e ficou estraçalhado.

Continua affraid



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Re: Não é meu olho.

Mensagem por † Bia † em Sab 15 Out 2011, 13:52

Continua! Please! Please!!!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Anni em Sab 15 Out 2011, 13:56

Contiinua sim prima ;b

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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Sab 15 Out 2011, 14:21

O carro ficou completamente amassado, estraçalhado.
Débora ficou em estado grave, quase morrendo.

- Doutor, a paciente Débora Silva perdeu a visão.
- Como?
- O outro médico teve que operá-la por que um copo de vidro que estava no carro quebrou e os cacos atingiram seu olho esquerdo e o direito.
- Os pais dela estão aqui?
- Sim.

O médico que estava cuidando de Débora foi falar essa questão da sua visão com os pais de Débora: Maria e João.

- Débora está bem doutor? Minha filha está bem? - Perguntava Maria, chorando aos braços de João.
- O estado não está mais grave. Ela está respirando normalmente por aparelhos, mais ela... Perdeu a visão.
- Como doutor? Como?
- Cacos de vidro atingiram seus olhos, o que fez a perda rapidamente da vista de ambos olhos.
- Podemos fazer algo? - Disse João.
- Ah! - Suspira o médico. - Só se pagarem um transplante de olhos.
- Como assim?
- Vocês pagarão para Débora receber um olho de uma pessoa.
- Por mim tudo bem, mais, tem alguma coisa que vai incomodá-la?
- Isso eu não sei, talvez o transplante não poderá ser feito.
- Ok... Pagarei.

Os pais de Débora foram visitar ela no quarto do hospital.

- Filha... - Disse Maria passando a mão na cabeça de Débora.
- Mãe? Você está aqui? - Disse Débora.
- Sim, sou eu filha!
- Mãe, eu não consigo vê-la! Eu não vejo nada além de preto! Socorro, por favor mãe, me ajude! - Débora começou a chorar.
- Filha, você es-tá ce-cega. - Maria não aguentou e começou a chorar.
- Como assim mãe? O que aconteceu? O pai está aí?
- Sim minha filha, estou aqui. Você ficou cega por que cacos de vido entraram em seus olhos. - Disse João, pegando a mão de Débora.
- E o Luiz? Cadê ele?
- Eu não sei querida. Não recebemos notícias dele.
- Ele está internado nesse hospital?
- Acho que sim, depois vou falar com os médicos.
- Mãe, pai, vou ficar assim para sempre?
- Não filha. Sua mãe e eu vamos pagar para você ter o olho de uma pessoa.

Débora se desesperou ao lembrar o que a velha disse:

- 'Serão substituídos por um olho de um demônio'

- Não mãe, por favor, eu não quero novos olhos!

Maria e João olharam um para a cara do outro assustados.

- Minha filha, eu e seu pai já pagamos, por que você não quer olhos novos?
- Por que não! Por favor! - Débora começou a chorar.
- Desculpe minha filha, só queremos o seu bem.
- Quando será a cirurgia?
- Hoje de tarde.
- No

Maria e João saíram do quarto. Débora ficou sozinha, e começou a sentir os mesmos calafrios e sussurros que sentia e ouvia antes.
Já era de tarde, os médicos foram buscar Débora.

- Não, eu não quero!
- Vamos lá Débora, seja forte!

Os médicos levaram ela, ela não podia fugir, não conseguia enxergar nada. Só sentiu sendo levada para a sala de cirurgia e recebendo a anestesia.

Continua tongue


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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Monster em Sab 15 Out 2011, 15:29

O olho do mal! Esse filme é mto massa eu assisti!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Monster em Sab 15 Out 2011, 15:31

continua!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Dom 16 Out 2011, 10:38

A cirurgia ocorreu bem.

- Filha, você está bem? - Dizia Maria passando a mão na cabeça de Débora.

Débora abriu os olhos.
- Mãe?
- Filha, você nos vê?
- Si-i-m, eu te vejo.

Naquela noite Débora poderia ir para casa já.
Ela estava muito assustada e pensava no que a velha dizia.
Ela ligou, ligou, ligou para Luiz e ele não atendia. Ela queria que Luiz a buscasse.
- Atende, atende! - Pensava Débora.
Foi aí que ela viu, tudo se passou pelo seus olhos novos.

Luiz estava preso nas ferragens, de baixo do carro, sofrendo, sem ser visto e ajudado.

Débora correu, pegou o carro de seus pais e saiu em uma correria.
Chegou até o local, mais o carro não estava mais lá.
Seu celular tocou, ela atendeu e:
- Alô? Débora? É o Luiz. Estou preocupado com você! Você pegou o carro dos seus pais não é? Danadinha. Volta logo para casa, beijos.

Danadinha? Uma palavra que Luiz nunca iria falar ou já falou.
Ela entrou no carro e foi até sua casa.
Entrou na porta de fininho, e viu Luiz no sofá esperando ela.

- Luiz? É você mesmo?
- Sim, danadinha.
- LUIZ, é você MESMO?
- Sim, sou eu mesmo danadinha!
- Por que me chama assim?
- Deixa eu ver seus olhos negros.
- Não vou chegar perto de você.
- Por que?

Nesse instante Luiz pegou uma faca e foi em direção de Débora, dando um sorriso macabro.

- Não chega perto de mim, não chega!
- Vou chegar sim, por que não?

Débora saiu correndo e foi até a rua. Dali, a visão mostrava que tudo estava normal.
Não tinha ninguém lá, ninguém.
Ela pegou uma pedra grande e foi entrando na casa, a porta estava fechada. Mesmo assim entrou, e quando viu, nada.
Tudo estava normal. Não tinha ninguém ali.
Isso parecia que era tudo uma visão errada.

Continua.
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Monster em Dom 16 Out 2011, 11:32

poxa ngm me responde u.u' continua...
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Giacomo Amato em Dom 16 Out 2011, 11:33

Continua

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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Dom 16 Out 2011, 11:49

Monster: Se a história é baseada no filme 'O olho do mal'? É sim, rs.
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Monster em Dom 16 Out 2011, 11:53

Andressinha escreveu:Monster: Se a história é baseada no filme 'O olho do mal'? É sim, rs.

Ah valew ;b agora continua que tá mto boa!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Dom 16 Out 2011, 19:44

Daquele dia em diante, Débora via somente coisas estranhas.

Ela começou a perceber que toda a noite, no seu quarto,
ela conseguia ver um homem lá fora, atrás da árvore, olhando ela, a observando.
Ele usava paletó, era assustador. Ele dava um sorriso muito macabro.

Débora acordava toda noite Luiz, mais ele não via nada e voltava a dormir.
Esse homem sumia do nada. Esse homem misterioso ficava horas a observando.
A partir daquilo, ela começou a ouvir alguns sussurros arrepiantes, diziam:
- 'Débora, venha comigo, venha'
- 'Ir aonde?' - Pensava Débora.

Ela passou a perceber que precisava pesquisar sobre aquele olho.
De quem seria o olho? Era mesmo de uma pessoa mal?
Essa pessoa conseguia ver coisas estranhas?
Isso afetaria Débora? Débora pensava nisso o tempo todo.

De manhã ela foi procurar um psicólogo.

- Senhorita Débora Luíza, é isso não é?
- Sim doutor.
- Então, por que me procura?

Nessa hora, Débora estava deitada em uma cadeira de couro para discutir isso com o doutor.
Ela iria parecer uma louca, mais tinha que realmente saber isso: Estava louca?

- Bom doutor, eu te procuro por que estou vendo coisas.
- Desde quando?
- Desde que recebi um transplante de novos olhos.
- Percebi, uma pessoa não poderia ter seu olho tão vermelho.
- Vermelho? Mais doutor, meu olho é negro!
- Ele está vermelho agora!

Débora já pensou no que a velha disse: Um olho de demônio.

- A sim, vermelho!
- Então, jovem, continue.
- Bom doutor, depois disso, comecei a sentir, ouvir e principalmente ouvir coisas que ali não estavam, nem existiam.
- Isso parece loucura. Talvez esteja em depressão, ou talvez é por que queira ouvir o que ouve, ou ver [...]
- Não, o que eu vejo ou fico ouvindo as vezes nunca seria o que queria ver ou ouvir!
- Conte me mais.
- Doutor, eu comecei a ouvir sussurros. E não foi a primeira vez, e também ouvi antes do transplante.
- E você via coisas também?
- Sim. Eu vi uma velha que me disse que meu olho seria um olho... De alguém.
- E você já tinha o transplante?
- Não.
- Isso é um caso sério, vou pesquisar sobre isso. Talvez seja só fruto da imaginação.
- Impossível.
- Ok, volte amanhã minha jovem, talvez eu tenha alguma solução.

Débora deu um amigável aperto de mão e saiu.
O médico sabia sim a solução disso. Algo maléfico andava sobre aquele olho.

- Arg! O que eu falo para essa moça? Tão jovem! Vou pesquisar sobre esse transplante. Vou ligar para ela. - Disse o médico (Lucas).

[...]

- Tu tu tu. - Atende logo! ~ Pensava Lucas.
- Alô? Quem fala?
- Oi, é o psicólogo, Lucas. Débora, é você que fala?
- Sim Sr. Lucas. O que você quer?
- Eu quero que você me diga uma coisa: Qual hospital você recebeu o transplante? Qual o médico?
- O hospital São Vicente. O Médico acho que se chamava [...] Leandro Siqueira. Isso aí, o médico cirurgião.
- Obrigada!
- Tudo bem, posso fazer uma pergunta agora?
- Claro.
- Por que você quis saber sobre isso?
- Eu preciso, agora tenho que desligar. [...] Tu tu tu.

Lucas ligou para esse hospital. Infelizmente, Doutor Cirurgião Leandro Siqueira não se encontrava disponível.
- Onde posso encontrá-lo?
- A moço, ele está no escritório em outro trabalho.
- Posso saber onde é?
- Moço, não posso dar informações.
- Nem para um Psicólogo?
- Ai sei lá, eu estou cansado desse trabalho moço. ele tá aqui mesmo moço. No escritório dele moço. No hospital moço.
- Ok, ok, pode falar para ele que vou ir aí? Acho que já vi ele, só diga meu nome: Psicólogo Lucas Anderson Silveira.
- Tá moço.

Atendente chata, não parava de falar moço.
Lucas ficou irritado. Entrou no carro e foi até o escritório de Leandro, precisava saber de onde vinha e de quem era esses pares de olhos.
*Lucas batendo na porta: Toc toc toc.*

- Senhor Lucas?
- Sim, preciso falar com você Leandro.
- Sobre o que seria?
- Sobre uma paciente: Débora Luíza. Recebeu um transplante a pouco tempo.
- Acho que sei quem é. Posso ver aqui no computador, minha memória anda fraca.
- Pode ver quem é o doador?
- Bom, o doador ninguém sabe quem é. Só um hospital de onde recebemos o par de olhos de um doador anônimo.
- Qual seria o nome do hospital?
- Hospital Albert.
- Obrigada.

Lucas tinha algo a mais para pesquisar.
Chegou em casa, sentou-se na cadeira e foi pesquisar no computador.
Não tinha nenhum resultado de Hospital Albert.
Não existia nenhum, nunca existiu.

Continua.



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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Lucasss em Dom 16 Out 2011, 20:57

;b lucas ;b
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Monster em Dom 16 Out 2011, 21:15

continuaaa
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Bianca Amato em Dom 16 Out 2011, 21:22

Continua Andressinha my amr ;b
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por † Bia † em Seg 17 Out 2011, 00:00

Continua!! Tá demais!!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Seg 17 Out 2011, 17:23

Lucas ficou estressado. Como não poderia haver aquele hospital?
Não poderia dizer para Débora a verdade: Ela iria virar um demônio.
Teria que achar uma cura o mais rápido possível.

Enquanto isso com Débora.

Débora estava dormindo, acordou com o barulho das folhas da árvore. Era o homem.
Débora não pensou duas vezes, vestiu uma roupa quente e foi lá fora.
Chamava baixinho aquele homem, baixinho, baixinho.
- Ei, cadê você? Aparece homem misterioso. Hei, psiu! - Dizia Débora, em tom de sussurro.

Ela estava suando frio, com muito medo. Quando algo a puxou: Era o homem.
- Não me machuca, por favor, não me machuque!
- Não vou lhe machucar cara jovem. Apenas quero sua doce alma.
- Ãn?
- Venha comigo. Você não irá escapar querida, ou venha logo ou irá mais tarde.
- Não estou lhe entendendo. Não faça um nó em minha cabeça.
- A, vai mentir para outro não é? Você sabe do que estou falando.
- Ir aonde?
- Você descobrirá. Tenho que ir.
- Não, tenho uma pergunta a fazer!

Antes daquele homem misterioso desaparecer em tom de mágica, ele esperou.

- Diga-me, qual sua pergunta?
- Você é algo relacionado ao meu olho?
- Novo olho querida. Sim.
- Isso me fazerá algum mal?
- Não, não.

Nesse instante, o homem apertou o dedo fazendo um estralo.
O que aconteceu? Ele apareceu sem os dois olhos.


- Era seu olho?
- Sim.
- Você é um de-de-môni-o?
- Sim, agora você sabe aonde irá ir comigo.

Débora saiu correndo. Começou a chorar.
Nessa hora, Luiz perguntou desesperado:

- O que foi? O que foi?

Débora se calou. Naquele momento, ela começou a ter uma visão.
Ela estava sobre uma rua de noite. Vários carros em um engarrafamento.
Ela foi andando, andando, andando e viu Luiz em um ônibus.
Nesse instante, um carro explodiu do nada e todos começaram a correr,
mais Luiz não conseguia, pois ficou preso.
Débora não iria conseguir salvá-lo pelo fato de ser uma visão, apenas uma visão.
Será que sua visão era verdadeira?

Continua.


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Re: Não é meu olho.

Mensagem por † Bia † em Seg 17 Out 2011, 18:44

Continua! Please! História perfeita!!
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Bianca Amato em Ter 18 Out 2011, 08:16

Continua *----------------------*
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Nina Cham em Ter 18 Out 2011, 18:59

continua õ/
ótima historia
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Re: Não é meu olho.

Mensagem por Andressinha em Qua 19 Out 2011, 13:19

Débora ficou preocupada com essa visão.
Talvez fosse só enganação do olho, para ela cair em uma armadilha.
Só que mesmo assim, ficou muito chocada. Não contou isso para Luiz.
Enquanto estava tendo a visão, ficou parada, em choque.

- Débora, Débora, o que aconteceu? Débora! - Dizia Luiz enquanto chacoalhava Débora.

Quando Débora voltou ao seu estado normal, falou que não era nada.
Depois da conversa com o tal homem misterioso, ela nunca mais o viu, desses dias em diante.
Ela foi visitar Lucas novamente, talvez precisasse de um psicólogo aquele momento.
*Toc toc toc, Débora bate na porta do consultório do Dr. Lucas*

- Débora?
- Olá doutor, podemos conversar?
- Claro.

Débora entrou e eles começaram a papear.

- Então Débora, as visões voltaram?
- Como você sabe?
- É uma pergunta, só pergunto quando não tenho razão.
- Bom, voltou.
- Olha, você anda vendo um homem misterioso?
- Eu andava! Como o doutor sabe? Como? Você é um deles? Vou embora!
- Não Débora, não! É que já ouvi uma estória parecida.
- Sério?
- Sim. A paciente recebeu um transplante e virou uma coisa.
- Essa coisa é um demônio?
- Sim, você conversou com o homem?
- Sim.
- Vá o mais rápido possível para a igreja!
- Por que?
- Esse homem mostrou seus 'não' olhos?
- Sim.
- Ele sumiu?
- Sim!
- Ele vai te levar, corra!

Naquela hora, a visão que ela teve de Luiz voltou.
Luiz arranjara um emprego a poucos dias, e ele trabalhava e ia de ônibus.
Já era de noite, hora perfeita para aquela visão talvez acontecer.

- Tenho que ir, eu tenho que ir!
- Aonde Débora?
- Salvar meu namorado, eu tive uma visão!
- Escolha entre sua vida e a dele!
- Como assim?
- Se você não ir o mais rápido para a igreja, o homem levará você!
- Mais a vida de Luiz é mais importante!

Débora sabia aonde ela iria se não pudesse se salvar.
Débora pegou seu carro e foi o mais rápido possível para a rua onde viu.
No caminho, naquela correria, quase bateu o carro.
Chegou lá, e era mesmo verdadeira sua visão: O engarrafamento.
Ela se beliscou para ver se não era só uma imaginação manipulada, era apenas verdade a visão.
Débora já sabia: Aquilo era um jogo. Ou a vida dela, ou de Luiz.
Saiu correndo do carro para o carro preto que explodiu e causou aquela explosão.
Lá dentro, não havia ninguém. Somente uma bomba marcada para explodir.
Opa, uma bomba? Sim, aquela bomba estava marcada para explodir em 5 minutos.

Débora pegou um tijolo que estava ali perto e jogou na janela do carro.
A janela quebrou e ela entrou lá dentro. Não sabia desarmar uma bomba.

Foi correndo pelas ruas, gritando feito louca pedindo ajuda.
O pessoal que estava ali não acreditava em bomba.
Mesmo assim, havia ainda 5 minutos para ela ir para o inferno para a eternidade,
ou deixar Luiz morrer. Luiz era mais importante, ela tinha amor por ele.
Um homem, que ali passava, acreditou e ele sabia desarmar bomba
devido á um treinamento em uma escola militar.

Ela levou até ele, e enquanto ele tentava desarmar, Lucas estava correndo até ela.
Lucas iria dizer a Débora que ainda haveria salvação para os dois, ele iria chamar um padre.
No caminho, Débora viu Lucas indo a pé até a igreja, correndo.
Ela ia falar com ele, quando um homem mascarado apareceu e esfaqueou ele.
Quando esse homem tirou a máscara, era aquele homem.
Débora se desesperou. Agora iria saber: Aquilo não era um jogo, mais era seu destino.
De qualquer jeito Luiz morreria e ela se transformaria e iria para aquele lugar.

Ela correu até o ônibus, e viu Luiz escutando música no fone.
Ela não conseguia entrar no ônibus, quando aquele carro explodiu.

Débora saiu correndo, não havia mais salvação. O ônibus explodiu. Luiz morreu.
Agora, ela tinha que salvar sua vida.
Aquele homem misterioso saiu correndo atrás dela, por causa daquele olho maldito, ela seria uma escolhida.
Correu o máximo. De repente, tropeça em uma pedra na rua mesmo e cai. Não conseguia se erguer.
O homem se aproximava, se aproximava com uma faca.
Se ela morresse iria para aquele lugar.

Na hora que ele iria enfiar a faca em seu peito, Débora pegou a faca da mão do misterioso homem
e cortou sua mão, o mais rápido. Mais, de qualquer jeito, aquele homem não morria.
Ele puxou a faca da mão de Débora, era seu fim.
Naquela hora, um padre veio correndo com uma cruz e enfiou no peito do homem.
Foi muito rápido.
Aquele homem sumiu de repente.

- Você está bem Débora?
- Como sabe meu nome?
- Lucas me ligou antes de ir a igreja.
- Sério?
- Sim. Soube da sua história e me ofereci para ajudar. Senti que algo estava errado, e com fé consegui vir até aqui e te salvar.
- Mais ainda vou para aquele lugar?
- Tem chances da besta voltar para a terra. Recomendaria você fazer um novo transplante.
- Lucas contou minha história?
- Sim. Ele sabe muito dessas coisas, pobre homem, se foi rápido, mais ele foi muito bom para você.

Daquele dia em diante, Débora trocou aquele transplante por outro. Ela conseguiu, e teve novos olhos.
Tinham o mesmo brilho que o seu havia antes.
Se conformou e cada dia rezava por Lucas e por Luiz.
Sua vida mudou e ela viveu normalmente.

E agora, quem será que será o novo escolhido?

Fim.

Foi meio corrido mais eu achei legal.
Acho que não foi 'aquele' terror mais acho que ficou legal.
Mudei um pouco a história e ficou mais suspense e meio ação.
O que acharam? Comentem!


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Andressinha
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Re: Não é meu olho.

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